Visão Ágil – dica de leitura!

Olá pessoal, hoje vou mostrar uma ótima opção de leitura para quem está ou pretende seguir o caminho dos princípios ágeis de desenvolvimento de software, é uma revista chamada Visão Ágil, escrita por pessoas envolvidas com os processos ágeis e uma ótima referência para ficar por dentro desse novo mundo, além de links para vídeos, eventos etc…
Segue o link:

http://www.visaoagil.com

Boa leitura!

Uma nova visão e além….

A ideia desse texto é passar para vocês um ponto de vista sobre a análise de sistemas que estudei  esses dias em sala de aula, a ideia que segue abaixo nos foi apresentada pelo professor Claudiomir Selner e que de antemão já adianto que compartilho desse ponto de vista.

Vamos começar fazendo uma viagem, isso mesmo pode ser de formatura, final de ano, férias qualquer coisa….

Vamos todos para New York, afinal de contas, dinheiro não falta mesmo não é?

Todos com suas bagagens preparadas…indo pro aeroporto….hora de partir….lá fomos…

Enquanto as asas do avião quase congelam, a ansiedade toma conta dos que não adormeceram.

Algumas horas depois lá estamos, todos felizes, curiosos, alguns cansados…bom, numa viagem assim qual é o item que não pode faltar??

Câmeras fotográficas e filmadoras é claro, afinal queremos guardar esse momento, registrar tudo.

Primeiro local a ser visitado, estátua da liberdade, chegamos lá, obtemos algumas informações com o guia turístico, e em seguida queremos fotografá-la….são cliques para todo lado, são diversas poses com a estátua ao fundo, umas fotos ficam boas, outras nem tanto, mas afinal a câmera é digital, basta apagar e bater de novo.

Vamos a um outro detalhe, logo ali perto existe uma banca de jornais que vende cartões postais da estátua da liberdade e é claro outros pontos turísticos de new York.

Bom, não seria uma atitude muito mais inteligente se comprássemos um desses cartões postais? Vamos aos motivos: primeiro, a pessoa que bateu a foto é um profissional, ela conhece as melhores posições de acordo com o horário, sabe como obter a melhor iluminação, a qualidade da sua câmera é muito superior, conhece os ajustes finos que otimizam a qualidade, enquanto que as nossa câmeras  possuem apenas algumas opções pré-configuradas, com certeza o dia em que a foto foi batida, estava melhor do que o dia que visitamos….etc.

Com todos esses motivos, porque não compramos um cartão postal em vez levarmos as câmeras? Você deve estar pensando “mas no cartão postal eu não apareço”, legal, é um dos motivos.

Mas o principal motivo pelo qual não queremos nem saber dos cartões postais é que na verdade nós queremos registrar o EVENTO, esse é o nosso ponto principal, não estamos interessados em atributos estáticos da estátua, altura, largura, para onde está direcionada, quantas toneladas pesa, esse atributos estão for a da nossa visão, pois não nos interessa.

Quando realizamos uma análise de sistemas devemos nos deter nos eventos, nas interações entre objetos, não em atributos estáticos, sabe porque?

Porque os atributos são estáticos. Os problemas só ocorrem quando há interações entre as partes, é aí que devemos nos deter.

Atributos estáticos assim continuarão até que um evento os altere, e se um evento não alterar, não teremos problema ali.

Você já viu algum notebook dar problema? Nenhum notebook dá problema só!

Acontece que um notebook em uma prateleira de loja não apresenta nenhum problema, os problemas aparecem quando começam surgir interações, interações entre o note e o usuário, entre o note e a corrente elétrica, entre o note e certa condição climática, é aí que os problemas aparecem, do contrário, tudo certo.

Você agora deve estar pensando…”é realmente ele tá viajando…” então vamos continuar….

Bom vamos a outro exemplo. Uma nota fiscal. Uma nota fiscal nunca teve nem terá problema algum até que alguém comece a interagir com ela, enquanto isso ela é perfeita e não lhe causará problemas.

Mas quando alguém lançar informações nessa nota, aí sim devemos ficar atento, pode haver um lançamento incorreto, um percentual tributário diferente do que deveria ser, e isso pode gerar enormes problemas com o fisco, mas enquanto isso não ocorre, seus atributos estáticos estão lá! ESTÁTICOS!

Por que devemos nos atentar a eles se eles não causam problemas? NÃO devemos nos atentar a eles!

Lembre-se devemos nos deter nos eventos que ocorrem em um sistema, e aqui o sentido da palavra sistema, não é referente a Sistemas de Informação mas a análise de sistemas sociais direcionados para softwares, é aí que começa a análise!

O analista de sistemas tem que esta no meio dos problemas, dando identidade a eles caracterizando-os e não na frente de uma IDE escrevendo códigos.

As ferramentas de um analista de sistemas deveriam ser o Word, o Outlook e o seu navegador preferido!

Se atentem  para o foco da análise de sistemas, e experimentem dar outra perspectiva a essa prática!

Pensem!

Abraço!

Torne-se Excelente!

Olá pessoal, recentemente vi um link no twitter falando sobre como “quebrar a casquinha do ovo” e nos tornarmos excelente em algo que fazemos. São 8 dicas fantásticas.

As 8 dicas de como se tornar excelente e aproveitar as oportunidades são de autoria do Klaus Wuestefeld, autor do manifesto da Computação Soberana e criador do Prevayler.

1 – Torne-se excelente:

Seja realmente bom em alguma coisa. Não fique só choramingando ou querendo progredir às custas dos outros. Não pense que porque você sentou 4 anos numa faculdade ouvindo um professor falar sobre software que você sabe alguma coisa. Jogador de futebol não aprende a jogar bola tendo aula. Ele pratica. Instrumentistas geniais não aprendem a tocar tendo aula. Eles praticam. Pratique. Chegue em casa depois do trabalho e da aula e pratique. No final de semana, pratique.

Crie seu próprio virus, seu próprio jogo, seu proprio SO, seu próprio gerenciador de janelas, seu próprio webserver, sua própria VM, qualquer coisa. Varias coisas.

Nao precisa ser só programação. Pode ser networking, vendas, etc. Só precisa ser bom mesmo. Tenha paixão pela coisa.

As melhores práticas do mercado são polinizadas primeiro nos projetos de software livre. Aprenda com eles.

Discípulo, viajante, mestre: Primeiro seja um discípulo, tenha mestres locais, aprenda alguma coisa com alguém realmente bom, qualquer estilo. Depois viaje, encontre outros mestres e aprenda o estilo deles. Por fim, tenha o seu estilo, tenha discípulos, seja um mestre.

Vou fazer o curso da Mary Poppendieck em São Paulo semana que vem e quando tiver o curso de Scrumban do Alisson e do Rodrigo quero fazer também.

“Torne-se excelente” também pode ser chamado de “Melhoria Continua” ou “Learning”.

2 – Não seja deslumbrado

Desenvolvimento de software é a mesma coisa há 60 anos: modelo imperativo. Há 30 anos: orientação a objetos. Bancos de dados relacionais: 30 anos. (“Web”, por exemplo, não é uma tecnologia ou um paradigma. É meramente um conjunto de restrições sobre como desenvolver e distribuir seu software).

Não corra atras da última buzzword do mercado. Busque a essência, os fundamentos.

Busque na wikipédia e grokke: determinismo, complexidade de algoritmos “O()”, problema de parada de turing. Pronto, pode largar a faculdade. Falando sério.

Trabalhe com software livre. Não dê ouvidos a grandes empresas, grandes instituições ou grandes nomes só porque são grandes.

Você acha que vai aprender mais, ter mais networking e mais chance de alocação no mercado trabalhando em par comigo no Sneer por um ano, 8h por semana, ou passando 4 anos na faculdade, 20h por semana, pagando sei lá quanto por mes?

Você acha que vai aprender mais trabalhando em par com o Bamboo 6 meses na linguagem boo e na engine do Unity ou fazendo um ano de pós em “a buzzword da moda”?

“Nao seja deslumbrado” também é conhecido como “Coolness”.

3 – Mantenha-se Móvel

Com a demanda que temos hoje no mercado, se você é desenvolvedor de software e não consegue negociar um contrato com uma empresa onde você é pago por hora e pode trabalhar quantas horas quiser com um mínimo de meio período, você precisa rever a sua vida.

É melhor ter dois empregos de meio-período que um de período integral, porque você pode largar um deles a qualquer momento.

Você nunca vai conseguir nada melhor se não tiver tempo, se não tiver disponibilidade para pegar algo melhor quando aparecer.

Você sustenta seus pais e 7 irmãos? Não. Entao para de ser ganancioso e medroso no curto prazo, para de pagar faculdade, mestrado, pós, MBA, sei lá o que e vai aprender e empreender.

Trabalhe remoto. Não é o mais fácil, mas é perfeitamente possível.

Não fique reclamando que está trabalhando demais. Aumente seu preço e trabalhe menos.

4 – Emparceire-se Promiscuamente

Participe de dojos, de congressos, de projetos de software livre. Tenha amigos, colegas, conhecidos. Seja conhecido. Nao faça ruído em seis projetos e doze fóruns. Ajude de verdade em um ou dois projetos de cada vez. Ao longo do tempo, você terá ajudado em vários projetos, trabalhado em varias empresas.

5 – Mentalidade de Abundância

Ajude seus amigos sem cobrar (a “camaradagem” do Vinícius). Dê palestras gratuitas. Cursos gratuitos. Participe de projetos de software livre.

Pare as vezes uma tarde para receber um amigo seu e explicar seu projeto. Vá visitar seus amigos nos projetos deles. Viaje com algum amigo seu pra visitar um cliente dele, só pra conversar e fazer companhia.

Você tem um espaço onde dá cursos? É uma Aspercom, Caelum da vida? Chama os brothers para dar curso. Caramba, bola um modelo em que as pessoas podem se inscrever para cursos variados, pagando um sinal, e mantém tipo uma agenda pre-combinada: “Será numa terça e quinta a noite, avisadas com duas semanas de antecedência”.

Se rolar, beleza, se depois de meses não der certo, devolve o sinal. Pode ser curso de Prevayler, de Kanban, de Scrum, de Lean, de Computação Soberana, de Restfulie, de Cucumber, de Rails, de Teste Automatizado Mega-Avançado, qualquer coisa.

Chame amigos seus pra dar curso em dupla com você. Divida clientes. Divida projetos, mesmo que não precise de ajuda.

Dizia o pai de um brother meu de infância: “Tudo que custa dinheiro é barato.”

6 – Busque modelos de custo zero

Trabalhe em coisas que tem custo administrativo/burocrático/manutenção zero. Por menos ganho que tragam, depois de prontas, estarão tendo uma relação custo/benefício infinitamente vantajosa.

7 – Ganhe notoriedade

Faça coisas massa. Participe de projetos de software livre. Dê palestras gratuitas. Promova eventos (dojos, debates, grupos de usuários, etc).

8 – Não tenha medo (Por Dairton Bassi)

Meta a cara. Arrisque empreender. Arrisque inovar. O que você tem a perder? No máximo um emprego, mas isso pode ser revertido facilmente em um mercado aquecido como o atual. O pior que pode acontecer é não dar certo. Mesmo assim você terá aprendido muito mais do que batendo cartão.

Saia da zona de conforto. Se o seu trabalho estiver fácil e sob controle, isso significa que ele não está mais agregando para a sua evolução técnica e pessoal.

Não desperdice a chance de trocar de função se a nova oportunidade for mais desafiadora. Isso fará você crescer tecnicamente e o preparará para desafios maiores ainda. Conhecer pessoas novas é tão importante quanto manter-se em contato com código.

Não se detenha por insegurança ou pela sensação de despreparo. Como você acha que vai ganhar experiência em alguma coisa se sempre adiá-la?

Fonte: InfoQ

Abraços!

As 8 dicas de como se tornar excelente e aproveitar as oportunidades são de autoria do Klaus Wuestefeld, autor do manifesto da Computação Soberana e criador do Prevayler.

1 – Torne-se excelente:

Seja realmente bom em alguma coisa. Não fique só choramingando ou querendo progredir às custas dos outros. Não pense que porque você sentou 4 anos numa faculdade ouvindo um professor falar sobre software que você sabe alguma coisa. Jogador de futebol não aprende a jogar bola tendo aula. Ele pratica. Instrumentistas geniais não aprendem a tocar tendo aula. Eles praticam. Pratique. Chegue em casa depois do trabalho e da aula e pratique. No final de semana, pratique.

Crie seu próprio virus, seu próprio jogo, seu proprio SO, seu próprio gerenciador de janelas, seu próprio webserver, sua própria VM, qualquer coisa. Varias coisas.

Nao precisa ser só programação. Pode ser networking, vendas, etc. Só precisa ser bom mesmo. Tenha paixão pela coisa.

As melhores praticas do mercado são polinizadas primeiro nos projetos de software livre. Aprenda com eles.

Discípulo, viajante, mestre: Primeiro seja um discípulo, tenha mestres locais, aprenda alguma coisa com alguém realmente bom, qualquer estilo. Depois viaje, encontre outros mestres e aprenda o estilo deles. Por fim, tenha o seu estilo, tenha discípulos, seja um mestre.

Vou fazer o curso da Mary Poppendieck em São Paulo semana que vem e quando tiver o curso de Scrumban do Alisson e do Rodrigo quero fazer também.

“Torne-se excelente” também pode ser chamado de “Melhoria Continua” ou “Learning”.

2 – Não seja deslumbrado

Desenvolvimento de software é a mesma coisa há 60 anos: modelo imperativo. Há 30 anos: orientação a objetos. Bancos de dados relacionais: 30 anos. (“Web”, por exemplo, não é uma tecnologia ou um paradigma. É meramente um conjunto de restrições sobre como desenvolver e distribuir seu software).

Não corra atras da última buzzword do mercado. Busque a essência, os fundamentos.

Busque na wikipédia e grokke: determinismo, complexidade de algoritmos “O()”, problema de parada de turing. Pronto, pode largar a faculdade. Falando sério.

Trabalhe com software livre. Não dê ouvidos a grandes empresas, grandes instituições ou grandes nomes só porque são grandes.

Você acha que vai aprender mais, ter mais networking e mais chance de alocação no mercado trabalhando em par comigo no Sneer por um ano, 8h por semana, ou passando 4 anos na faculdade, 20h por semana, pagando sei lá quanto por mes?

Você acha que vai aprender mais trabalhando em par com o Bamboo 6 meses na linguagem boo e na engine do Unity ou fazendo um ano de pós em “a buzzword da moda”?

“Nao seja deslumbrado” também é conhecido como “Coolness”.

3 – Mantenha-se Móvel

Com a demanda que temos hoje no mercado, se você é desenvolvedor de software e não consegue negociar um contrato com uma empresa onde você é pago por hora e pode trabalhar quantas horas quiser com um mínimo de meio período, você precisa rever a sua vida.

É melhor ter dois empregos de meio-período que um de período integral, porque você pode largar um deles a qualquer momento.

Você nunca vai conseguir nada melhor se não tiver tempo, se não tiver disponibilidade para pegar algo melhor quando aparecer.

Você sustenta seus pais e 7 irmãos? Não. Entao para de ser ganancioso e medroso no curto prazo, para de pagar faculdade, mestrado, pós, MBA, sei lá o que e vai aprender e empreender.

Trabalhe remoto. Não é o mais fácil, mas é perfeitamente possível.

Não fique reclamando que está trabalhando demais. Aumente seu preço e trabalhe menos.

4 – Emparceire-se Promiscuamente

Participe de dojos, de congressos, de projetos de software livre. Tenha amigos, colegas, conhecidos. Seja conhecido. Nao faça ruído em seis projetos e doze fóruns. Ajude de verdade em um ou dois projetos de cada vez. Ao longo do tempo, você terá ajudado em vários projetos, trabalhado em varias empresas.

5 – Mentalidade de Abundância

Ajude seus amigos sem cobrar (a “camaradagem” do Vinícius). Dê palestras gratuitas. Cursos gratuitos. Participe de projetos de software livre.

Pare as vezes uma tarde para receber um amigo seu e explicar seu projeto. Vá visitar seus amigos nos projetos deles. Viaje com algum amigo seu pra visitar um cliente dele, só pra conversar e fazer companhia.

Você tem um espaço onde dá cursos? É uma Aspercom, Caelum da vida? Chama os brothers para dar curso. Caramba, bola um modelo em que as pessoas podem se inscrever para cursos variados, pagando um sinal, e mantém tipo uma agenda pre-combinada: “Será numa terça e quinta a noite, avisadas com duas semanas de antecedência”.

Se rolar, beleza, se depois de meses não der certo, devolve o sinal. Pode ser curso de Prevayler, de Kanban, de Scrum, de Lean, de Computação Soberana, de Restfulie, de Cucumber, de Rails, de Teste Automatizado Mega-Avançado, qualquer coisa.

Chame amigos seus pra dar curso em dupla com você. Divida clientes. Divida projetos, mesmo que não precise de ajuda.

Dizia o pai de um brother meu de infância: “Tudo que custa dinheiro é barato.”

6 – Busque modelos de custo zero

Trabalhe em coisas que tem custo administrativo/burocrático/manutenção zero. Por menos ganho que tragam, depois de prontas, estarão tendo uma relação custo/benefício infinitamente vantajosa.

7 – Ganhe notoriedade

Faça coisas massa. Participe de projetos de software livre. Dê palestras gratuitas. Promova eventos (dojos, debates, grupos de usuários, etc).

8 – Não tenha medo (Por Dairton Bassi)

Meta a cara. Arrisque empreender. Arrisque inovar. O que você tem a perder? No máximo um emprego, mas isso pode ser revertido facilmente em um mercado aquecido como o atual. O pior que pode acontecer é não dar certo. Mesmo assim você terá aprendido muito mais do que batendo cartão.

Saia da zona de conforto. Se o seu trabalho estiver fácil e sob controle, isso significa que ele não está mais agregando para a sua evolução técnica e pessoal.

Não desperdice a chance de trocar de função se a nova oportunidade for mais desafiadora. Isso fará você crescer tecnicamente e o preparará para desafios maiores ainda. Conhecer pessoas novas é tão importante quanto manter-se em contato com código.

Não se detenha por insegurança ou pela sensação de despreparo. Como você acha que vai ganhar experiência em alguma coisa se sempre adiá-la?