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TDC 2011 Floripa 1º dia

 

Olá pessoal, hoje foi comentar aqui como foi o TDC Floripa 2011. A ideia é fazer um panorama geral do evento, e comentar com mais detalhes as trilha que participei. O que falarei aqui são os pontos principais de alguma anotações minhas. Algumas palestras eu consegui colocar os slides para vocês, outras eu não encontrei. As trilhas que vou falar aqui, serão testes e arquitetura, pois foram as que participei, mas também farei uma visão geral do evento!

Minha primeira vez no TDC foi em 2010 na edição de São Paulo. Eu e um amigo (Marcos Dallanelo) saímos daqui de Joinville-SC e passamos a noite na estrada para no dia seguinte estarmos no evento, em resumo, valeu cada centavo e segundo que dedicamos. Posso dizer que muita coisa mudou depois daquele evento, conheci uma perspectiva que não imaginava. No ano de 2011 não pude ir para SP, então esperei o de Floripa e parti. De início ia sozinho, mas na última hora, duas amigas (Milena e Chirle) também resolveram ir, e uma delas tem casa próximo do evento, logo cancelei o hotel..:)

Agenda e recomendações do dia.

O primeiro dia do evento, sábado 20/08/2011 ao chegarmos no local (Universidades Estácio de Sá), passamos pelos guichês de identificação para pegarmos nossos crachás, um cafezinho pra começar o dia bem “antenado” e fomos direto para o auditório principal da universidade,  pois lá aconteceria a abertura do evento.  Chegamos por volta de 08:30 e pouco antes das 09:00 o auditório já estava lotado, e algumas pessoas tiveram que permanecer de pé.

A abertura do evento é um momento muito interessante, pois são apresentados os patrocinadores os apoiadores, as trilhas que acontecerão durante todo o dia do evento, enfim, todos conhecem o que realmente é o TDC e o porquê ele vem crescendo a cada edição. Um ponto forte também desse evento é o networking, isso os organizadores reforçam constantemente, na abertura, nas palestras e em todo o evento. Trocar contatos, ideias, ou uma simples conversa, isso sempre agrega alguma coisa. No último dia do evento, conversando com algumas pessoas acabei por conseguir uma carona até a rodoviária de Florianópolis, onde depois iria voltar para Joinville. Não foi minha intenção, mas me ofereceram. 😉

Para cada dia do evento, existe uma abertura  conforme citada acima. Cada um desses dias tinha algo novo pra galera brincar ou conhecer. No sábado essa surpresa foi um robô, isso mesmo um robô construído com Arduíno. Mas o que tinha demais nesse robô? Esse robô podia ser comandado por qualquer participante via twitter!  Foi muito legal isso! Através de uma hashtag seguida do comando que poderia ser frente, trás ou girar (se não me falha a memória) qualquer pessoa podia comandá-lo.  Foi divertido! Nos corredores da universidade, tinham estandes de algumas empresas, com brindes, novidades e havia também disponível para o pessoal brincar o kinect, era cena comum passar pelos corredores e ver pessoas pulando, fazendo movimentos de comandos, se abaixando, girando enfim, descontração também não faltou.

Bom, a hora do almoço ia chegar, só que ninguém precisaria sair das dependências da universidade para almoçar ou ir até a cantina da mesma. No momento da identificação, todos os participantes ganharam um ticket que dava direito a um Subway, isso mesmo tinha Subway para todo mundo e refrigerante a vontade, sem falar os intervalos para o coffee break, com biscoitos, barras de cereais, docinhos e café (é claro).

Começando as palestras, a primeira delas teve como título Automação Rápida de Testes para Web com José Correia (Iterasys)  -nessa palestra ele fez um panorama sobre como funcionam os processos de testes na empresa (que nesse caso é especializada em testes) e citou alguns casos. Alguns pontos chaves sobre a dificuldade de testar as aplicações de um modo profissional:

  • Faltam objetivos claros;
  • Faltam casos de testes ou nem existem;
  • Equipes em constantes mudanças;
  • Descobrir o que é mais importante;
  • Testar os principais requisitos;

Outro ponto chave, é como obter as informações para o teste:

  • Arquivos mais alterados;
  • Páginas mais acessadas;
  • Defeitos mais comuns;
  • Reclamações;

Fatores que possam influenciar os testes, é por exemplo quando o ambiente do desenvolvedor, possui bons recursos e o do tester, apenas micros já ultrapassados, que vieram de outros setores. Isso faz com que não se possa obter muitas vezes o resultado esperado.

Algumas ferramentas free: BadBoy e Jmeter, que até 5 usuários são gratuitas.

Alguns passos para automatizar:

  1. Transformar valores fixos em variáveis;
  2. Fazer com que o teste entre em loop para que a massa dedos possa ser testada até o fim;
  3. Gerar os scripts de automação;

Slides da apresentação

A segunda palestra, tratou de um servidor de integração contínua chamado Jenkis. Eu não conhecia essa ferramenta até então, durante a apresentação, o Bruno fez um exemplo prático de como ela funciona, criando os casos de testes, os cenários de testes, e automatizando isso tudo ao final. Além de elaborar os testes, o Jenkis também exibre estatísticas, gráficos e pode ser integrado com outras ferramenta do mercado.

A terceira palestra foi com o Cristiano Caetano, onde ele apresentou de forma simples e objetiva a importância de uma linguagem comum chamada DSTL (Domain Specification Test Language). Mostrou como é feito os testes com TDD e ATDD. O fator importante aí é o comportamento descrito com BDD e através dessa DSTL gerar os testes de aceitação ou ATDD.  Mostrou também algumas ferramentas disponíveis que podem ser utilizadas para tal. Foi apresentado também um case real desse cenário.

Slides da apresentação.

A quarta palestra tinha com título:  O que CrowdTesting de jogos tem a ver com software corporativo? E foi apresentada por Guilherme Motta (ThoughtWorks) . Essa palestra mostrou de uma ótica diferente esse tipo de teste. O palestrante comentou sobre o porquê de  muitas pessoas realizarem esse tipo de teste e quais são os seus perfis. Para quem não sabe esse tipo de teste é aquele que muitas empresas realizam quando lançam versões ainda beta, por exemplo o google+ foi lançado para ser testado por todos, com isso ele receberá feedbacks que serão incorporados na versão final do sistema. A Microsoft utiliza isso nas versões chamadas CTP (Community Tecnology Preview) ou seja, ela lança as versões beta para a comunidade testar. Talvez nos games isso seja mais evidente, sei lá por qual motivo, mas há uma tendência que se torne cada vez mais presente nos demais softwares.

Vamos agora para a próxima palestra, essa foi com Luana Lobão, do Instituto Nokia.  Essa apresentação nos deu uma ideia de como são feitos os testes para dispositivos móveis. Muitas vezes temos um interesse num determinado assunto, mas não sabemos por onde começar. Ela fez  uma abordagem bem legal em relação aos equipamentos, os simuladores de aparelhos, as técnicas empregadas como testes de sinal do aparelho, testes de bateria, testes dos níveis de memória. Existem testes que podem ser feitos com simuladores, mas outros como o da TV digital, não é possível que se faça assim. O que acontece quando algumas atividades ocorrem em paralelo? Como podemos testar isso? Através das interrupções, as mesmas usadas pelos sistemas operacionais para a troca de processos e que vimos na faculdade. No final foi feito uma demonstração usando testes automatizados no equipamento.

Slides da apresentação

O final desse dia foi muito legal! Voltamos para o auditório principal onde rolou uma mesa redonda com todas os palestrantes do dia (trilha testes) e o público pode fazer perguntas e discutir as questões levantadas. Tivemos perguntas das mais variadas. O encerramento se deu com sorteio de brindes para os participantes.

Abaixo uma relação de links das ferramentas apreentadas no dia. Fonte: http://sembugs.blogspot.com.

Abraço e até o segundo dia! 😉

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6 comentários sobre “TDC 2011 Floripa 1º dia

  1. Pingback: SemBugs » Slides da Trilha de Teste no TDC 2011 – Florianópolis

  2. Pingback: Elias Nogueira – Slides da Trilha de Teste no TDC 2011 – Florianópolis

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